Só para as Fãs: Missão Impossível - Protocolo Fantasma

Olá girls de attitude ^^
Aqui é a Júuh, com mais um "Só Para as Fãs" 
Dessa vez vou falar sobre o novo filme "Missão Impossível - Protocolo Fantasma" que está nos cinemas ainda.


O agente Ethan Hunt retorna à cinessérie com missões que outros agentes não conseguiriam resolver com a mesma eficácia. Protocolo Fantasma é o quarto da franquia Missão Impossível que pretende não parar por aí.




Missão Impossível é um título que não necessita de mais propaganda. Anda só. Chama pelo forte nome e por um passado com três filmes, os quais dois foram sucessos de bilheteria e de história, sendo que um (o segundo, no caso) é sucesso só no quesito bilheteria. Diria sem medo algum que a franquia é a versão 007 para os moldes americanos.
Tom Cruise é novamente Ethan Hunt. A evolução do personagem do terceiro filme para esse é pouco notada de início, mas fica clara no decorrer da trama. Nessa, temos um Hunt mais profundo, em um novo posto e com novos afazeres. A evolução acontece e, para que continue acontecendo, é importante a manutenção do personagem Brandt (Jeremy Renner, de Guerra ao Terror) na sequência.
O diretor é Brad Bird (de Os Incríveis), mas isso pouco importa. O filme é da Bad Robot, produtora de JJ Abrams, responsável por grandes projetos. Sendo assim, toda a turma com quem Abrams costuma trabalhar está lá. Josh Appelbaum e André Nemec, do seriado Alias, escrevem; Michael Giacchino, que fez a trilha de Lost Star Trek, é aqui o responsável; além de vários atores que já debutaram em outros projetos de JJ ABrams, como Simon Pegg (Star Trek) e Josh Holloway (o Sawyer de Lost) em rápida participação. Abrams tem disso: gosta de trabalhar com aqueles que confia e por isso seus projetos pecam pouco quanto a técnica.
Não é o melhor Missão Impossível, mas marca o amadurecimento da série. O quarto filme é empolgante e acessível, onde até um personagem “orelha” foi usado para que Ethan Hunt sempre explicasse tudo que iria fazer ou pelo menos pensasse. O terceiro filme – que julgo o melhor – teve roteiro bem menos explícito.
A intenção de transformar Missão Impossível em uma cinessérie infinita é grande. Inteligente é JJ Abrams, dono da franquia desde o terceiro filme, tanto que os números sequenciais que acompanhavam os títulos foram retirados. Agora o nome fica composto de Missão Impossível associado a um codinome, assim como os títulos da franquia 007.